Antígona SillySeason

EVENTO TERMINADO

Teatro

Depois de Rei Édipo, o coletivo SillySeason regressa ao Theatro Circo com a peça Antígona para revisitar a tragédia de Sófocles e interrogar o poder discricionário do Estado e a fragilidade dos sonhos da juventude contemporânea. Antígona, Polinices e Hémon surgem como jovens de hoje, ora esquecidos, ora condenados por políticas que os excluem e silenciam. Numa época em que o futuro parece cada vez mais incerto, ecoa a inquietação de George Steiner: “Estamos a matar os sonhos dos nossos filhos” — mas que sonhos sobrevivem em 2025?
A encenação nasce de um processo colaborativo entre intérpretes e criadores, cruzando a tragédia grega com discursos atuais, testemunhos reais e referências pop. O resultado é uma dramaturgia fragmentada, feita de contrastes, colagens e deslocações simbólicas. O coletivo — composto por Cátia Tomé, Ivo Saraiva e Silva e Ricardo Teixeira — reinventa a tragédia como espaço de resistência e questionamento político. Convidam ainda a interpretar Mónica Calle, uma das figuras mais singulares do teatro em Portugal, Inês Corino, Miguel Ponto e Patrícia Brüheim.
Mais do que uma peça sobre desobediência civil, Antígona é um apelo à escuta e à ação. Um retrato poético da juventude empurrada para a margem e da sua luta por existir e sonhar. Cartaz de divulgação do espetáculo Antígona, pelo coletivo SillySeason. No centro, em palco, está um ator com fato branco decorado com flores coloridas, rodeado por cinco intérpretes com máscaras azuis, em diferentes poses. O cenário inclui duas colunas brancas clássicas. Na parte superior esquerda, lê-se: “Antígona – SillySeason”. Em baixo, surge a informação: “12 e 13 setembro, 21h30 → Teatro”. No canto inferior direito está o ícone de Língua Gestual Portuguesa com a indicação “sessão dia 13”. Na base do cartaz, aparecem os logótipos da Rede de Teatros com Programação Acessível, BPI e Fundação “la Caixa”.

Quando

Para Quem

Surdos

Adultos

Serviços

Língua Gestual Portuguesa