Só Mais uma Gaivota de Inês Barahona e Miguel Fragata / Formiga Atómica

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Teatro

“O Konstantin Gavrilovitch matou-se com um tiro.”

Assim terminou “A Gaivota”, de Anton Tchékhov. Depois, desceu o pano e o público presente na sala aplaudiu o desempenho daqueles jovens artistas que terminavam o curso de teatro. Tal como Konstantin Gavrilovitch, abraçavam expectativas e angústias em relação ao seu futuro profissional. Alcançariam a visibilidade que os colocaria no centro do palco, no encalce de novas formas ou, pelo contrário, estariam à beira do suicídio do seu projeto profissional?

Vinte anos depois, Miguel Fragata — que era um desses jovens atores – parte em busca do destino dos seus colegas. No terreno híbrido da ficção e da realidade, constrói o espetáculo “Só Mais Uma Gaivota”, onde procura o destino das personagens feitas artistas, depois de descido o pano e escrita a palavra “fim”.

 

Palco de teatro iluminado por um foco de luz. Ao centro, uma pessoa vestida de branco canta ou grita para um microfone, com o corpo inclinado e expressão intensa. Atrás, vários painéis mostram imagens de paisagens com aves pousadas em ramos, criando a sensação de vitrinas ou dioramas de museu. No palco há também uma mesa com uma garrafa e copos e um banco baixo. Cortinas azuis verticais formam o fundo do cenário, e algumas aves decorativas estão pousadas na estrutura acima e no chão, reforçando o tema das gaivotas. A cena tem uma atmosfera teatral e performativa.

Quando

13 Março 2026, Sexta-feira

21h00

Para Quem

Deficiência visual

Surdos

Adultos, Jovens (13-17), Seniores

Serviços

Audiodescrição

Língua Gestual Portuguesa